GAH✦GASTROBESE ADVANCED HEALTH
PROPRIS · CUIDADO CONTÍNUO
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SUA HISTÓRIA IMPORTA. ESTAMOS AQUI PARA OUVIR.

Você não precisa
enfrentar tudo
sozinho.

Quando o cansaço, as mudanças no corpo ou as tentativas anteriores tornam difícil imaginar dias melhores, procurar ajuda pode parecer mais um esforço. Aqui, você pode começar contando como está. Vamos ouvir sua história e construir, juntos, os próximos passos do cuidado.

Quero conversar com a equipe ↗Conheça as possibilidades de cuidado ↓O que está acontecendo comigo? ↓
VOCÊ NÃO PRECISA TER TODAS AS RESPOSTAS.
PODEMOS COMEÇAR COM UMA CONVERSA.
Cena ilustrativa de paciente e familiar sendo ouvidos em uma consulta, com atenção e acolhimento
O CUIDADO COMEÇA PELA ESCUTA

Seu tempo. Sua história.
Um cuidado construído com você.

Selo Gastrobese Advanced Health — Programa Integrado de Saúde Osteomuscular e Metabólica, powered by PROPRIS

GAH · POWERED BY PROPRIS

Ciência translacional aplicada!

Cada fase da vida merece cuidado. Seja qual for a sua história até aqui, podemos conversar sobre o que faz sentido para você agora.

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EXPERIÊNCIA E CONHECIMENTO A SERVIÇO DE VOCÊ

Conhecimento para cuidar.
Sensibilidade para acolher.

Ter profissionais preparados ao seu lado pode ajudar a compreender as opções com mais clareza. No GAH, a experiência internacional e a ciência se aproximam da sua realidade, com cuidado médico, físico e nutricional integrado e respeito ao seu momento de vida.

Qualificação profissional

Coordenação do Dr. Carlos Augusto S. Madalosso, PhD: médico, cirurgião e pesquisador, dedicado ao cuidado metabólico e nutricional há mais de 30 anos.

Conheça o coordenador ↓

Ciência e atualização

Você merece explicações que façam sentido. Compartilhamos o que a ciência conhece, os benefícios possíveis e os limites de cada opção, com referências e datas de revisão.

Tecnologia com propósito

A tecnologia entra no cuidado quando pode ajudar a responder às suas necessidades. Explicamos a finalidade dos exames e dos recursos clínicos ou cirúrgicos antes de decidir com você.

Excelência no atendimento

Nosso compromisso é escutar com atenção, acolher suas dúvidas e explicar as opções com clareza. Seus receios, suas dificuldades e seus objetivos têm espaço na consulta.

PrevençãoEducaçãoCuidadoTratamento
Comece conhecendo sua agenda de prevenção ↓

HÁ LUGAR PARA O QUE VOCÊ ESTÁ SENTINDO

Às vezes, o cotidiano
fica pesado demais.

Talvez acordar, trabalhar ou estar com quem você ama esteja exigindo mais energia do que antes. Talvez você já tenha tentado melhorar e hoje se sinta frustrado ou sem saber por onde recomeçar.

O que você sente merece atenção, mesmo que seja difícil colocar em palavras. Na consulta, há espaço para falar das dificuldades e procurar caminhos possíveis, sem julgamentos.

Cena ilustrativa de uma mulher magra e abatida, sentada na cama ao amanhecer
AO ACORDAR

“Dormi, mas parece
que não descansei.”

O despertador toca. Você já está cansado e tenta reunir energia para mais um dia.

Cena ilustrativa de uma mulher preparando a alimentação em meio à rotina
NO MEIO DO DIA

“Faço tudo,
mas no meu limite.”

Com tantas demandas, pode ficar difícil encontrar tempo para comer, beber água ou fazer uma pausa. Podemos conversar sobre o que cabe na sua realidade.

Cena ilustrativa de um pai com excesso de peso descansando no banco enquanto os filhos brincam
COM OS FILHOS

“Quero brincar com eles.
Mas logo preciso parar.”

A vontade de participar está ali. O cansaço e a dificuldade para se movimentar acabam encurtando a brincadeira.

Cena ilustrativa de uma avó apoiando as mãos na poltrona para se levantar enquanto o neto brinca perto dela
COM OS NETOS

A alegria de estar com eles é enorme.
Mas falta força para acompanhar.

Você quer sentar no chão, levantar e participar das brincadeiras. A fraqueza limita momentos que trazem tanta alegria — e merece ser ouvida na consulta.

Situações ilustrativas para reflexão; não são depoimentos de pacientes.

Estar perto de quem você ama também faz parte do cuidado.
O cansaço pode mudar a forma de participar dos encontros e das brincadeiras. Você pode nos contar o que sente falta de fazer, sem precisar acompanhar o ritmo de outras pessoas.

Quero conversar sobre isso ↗
Cena ilustrativa em Londres: amigas eufóricas chamam uma mulher loira de cerca de 50 anos, com echarpe Burberry e bolsa pequena Gucci; ela olha para elas com um sorriso contido, sentada sem disposição

SEU RITMO TAMBÉM MERECE RESPEITO

Mesmo em dias especiais,
você pode precisar de apoio.

Nem sempre a disposição acompanha a vontade de aproveitar uma viagem ou um encontro. Enquanto outras pessoas celebram, você pode sentir que precisa parar e descansar.

Você não precisa esconder esse desconforto nem se comparar. Conte como tem se sentido e quais momentos gostaria de viver com mais conforto.

Quero conversar sobre como me sinto ↗

ESCUTAR É O PRIMEIRO PASSO

O que você sente
merece ser ouvido.

Talvez você reconheça algumas destas situações. Elas ajudam a começar uma conversa e não definem quem você é nem, sozinhas, o que está acontecendo com sua saúde.

Cena ilustrativa: Mulher ruiva com desconforto nos ombros e no pescoço

Dores no corpo

Um desconforto que acompanha o dia.

Dor persistente merece uma avaliação de sua localização, duração e relação com esforço, sono e medicamentos.

Cena ilustrativa: Homem com excesso de peso faz uma pausa ao subir uma escada

Movimentos mais lentos

O que era simples passou a exigir mais.

Lentidão para caminhar ou realizar tarefas pode estar relacionada à dor, à perda de força ou a outras condições. Vale investigar.

Cena ilustrativa: Mulher sentada em um banco massageando a panturrilha

Contraturas e cãibras

O músculo tensiona, contrai e incomoda.

A frequência, a atividade física, a hidratação e os medicamentos ajudam a orientar a avaliação. Cãibras não confirmam falta de um mineral.

Cena ilustrativa: Homem faz uma pausa apoiado na bancada após carregar sacolas

Sensação de falha muscular

Levantar da cadeira ou carregar uma sacola passou a exigir mais esforço.

Fraqueza recorrente e dificuldade para subir escadas ou levantar de uma cadeira merecem atenção à força e à função muscular.

Cena ilustrativa: Casal de meia-idade sentado no sofá, em um momento de distância emocional

Redução da libido

Mudanças no desejo podem trazer dúvidas e sentimentos difíceis.

Desejo sexual pode mudar com o sono, o humor, os medicamentos, os relacionamentos e condições hormonais. A avaliação deve considerar esse conjunto.

Cena ilustrativa: Mulher diante de um caderno, tentando se lembrar de algo

Falhas de memória

Nomes, recados e pequenos esquecimentos.

Importa observar quando começaram e o impacto na rotina. Sono, humor, medicamentos e outras condições podem interferir na memória.

Cena ilustrativa: Homem de óculos faz uma pausa ao tentar se concentrar no trabalho

Dificuldade de raciocínio

Concentrar-se parece exigir mais energia.

Perder o foco ou demorar para organizar ideias merece escuta. A consulta ajuda a diferenciar sobrecarga de causas que precisam de tratamento.

Cena ilustrativa: Homem acordado durante a noite, sentado na cama

Acordar no meio da noite

O sono chega, mas não permanece.

Despertares repetidos podem comprometer o descanso. Ronco, pausas respiratórias, dor e hábitos de sono são informações importantes na consulta.

Cena ilustrativa: Homem magro e mais velho, abatido, sentado em uma poltrona

Cansaço que não passa

O dia inteiro cansado, mesmo após descansar.

Fadiga persistente não deve ser tratada apenas como falta de disposição. É preciso avaliar sono, alimentação, saúde emocional e condições clínicas.

Cena ilustrativa: Mulher toca a parte externa da orelha com expressão de desconforto

Zumbido

Um som que incomoda mesmo no silêncio.

Pode ter causas auditivas e outras origens. Não é um marcador específico de estresse ou envelhecimento e pode exigir avaliação própria.

Cena ilustrativa: Homem fecha os olhos e toca suavemente a região próxima ao olho

Coceira nos olhos

Um desconforto que interrompe o dia.

Alergias e problemas da superfície ocular estão entre as possibilidades. Esse sintoma não comprova desgaste mental.

Cena ilustrativa: Mulher de meia-idade com excesso de peso olha com preocupação para a balança

Ganho de peso

Você olha para a balança e se preocupa com o que mudou.

Sono, alimentação, atividade física, medicamentos e condições metabólicas entram na avaliação. O cuidado começa sem julgamentos.

Cena ilustrativa: Mulher mais velha, elegante, com joias finas e carteira Burberry, sentada com expressão de desânimo

“Envelheci rápido demais”

Fraqueza, cansaço e a sensação de ter envelhecido antes da hora.

Essa percepção merece atenção, mas não comprova envelhecimento acelerado. Investigamos o que mudou na energia, na força, no sono e na saúde.

Cena ilustrativa: Mulher magra com tranças sentada à mesa, abatida e pensativa

Perda de motivação

Até começar uma tarefa fica difícil.

Falta de iniciativa pode acompanhar cansaço e mudanças do humor. Reconhecer a dificuldade é um primeiro passo para buscar cuidado.

Cena ilustrativa: Homem sentado ao lado de um violão, sem disposição para tocar

Desânimo ou anedonia

O que antes dava prazer já não desperta interesse.

Anedonia é a redução do interesse ou do prazer. Quando persiste, merece avaliação de saúde mental, sobretudo se compromete a vida diária.

Cena ilustrativa: Homem em um momento de recolhimento no sofá

Isolamento social e afetivo

Às vezes, estar com outras pessoas exige mais energia do que você sente ter.

Evitar encontros e relações pode acompanhar sofrimento emocional. Acolhimento e apoio fazem parte do cuidado, junto da investigação clínica.

Algum desses sinais faz parte da sua vida?

Você não precisa descobrir a causa sozinho. Na consulta, podemos ouvir sua história e avaliar quais próximos passos fazem sentido para você.

Quero entender o que estou sentindo ↗

CIÊNCIA TRANSLACIONAL APLICADA

O que está
acontecendo comigo?

Quando a energia diminui, a pergunta é compreensível. Entender como o corpo funciona ajuda — e a avaliação individual mostra o que precisa de cuidado.

Viver mais. Cuidar da capacidade de viver bem.

O envelhecimento envolve mudanças em diferentes sistemas do organismo. Essas mudanças variam entre as pessoas: a idade, sozinha, não explica como você se sente nem determina sua autonomia. [1]

Cansaço persistente, perda de força e dificuldade para acompanhar a rotina merecem investigação. Na consulta, consideramos sono, alimentação, atividade física, medicamentos, saúde emocional e condições clínicas.

01 / ENERGIA

As células precisam de combustível.

ATP é uma molécula que fornece energia para muitas tarefas celulares. As mitocôndrias participam de grande parte de sua produção, utilizando nutrientes e oxigênio. A produção de energia também começa fora delas, no citoplasma. [2]

02 / RENOVAÇÃO

Existe um sistema de reciclagem.

A mitofagia remove e recicla mitocôndrias danificadas. Alterações nesse controle de qualidade podem contribuir para problemas celulares e estão associadas ao envelhecimento e a algumas doenças. [3]

03 / CONTEXTO

Uma peça de uma história maior.

O funcionamento das mitocôndrias é um dos mecanismos estudados no envelhecimento. Alterações no DNA, senescência celular e inflamação também fazem parte desse processo complexo. Um sintoma isolado não identifica qual mecanismo está envolvido. [4]

Antes as pessoas viviam apenas até os 50 anos?

No Brasil, a expectativa de vida ao nascer era de 45,5 anos em 1940. Essa média refletia a mortalidade da população, inclusive de crianças; não era um limite biológico de vida. Pessoas que chegavam à idade adulta podiam viver muito além dos 50. [5]

Também não existe uma idade única, como 35 anos, em que todas as pessoas começam a apresentar perda de função. As trajetórias de envelhecimento são diferentes. [1]

Como a glicose se transforma em energia?

A primeira etapa, chamada glicólise, acontece no citoplasma: a glicose é transformada em piruvato, com saldo de 2 moléculas de ATP. O piruvato pode seguir para as mitocôndrias, onde sua oxidação, integrada a processos que dependem de oxigênio, permite produzir muito mais ATP. O rendimento varia conforme as condições celulares. Esses números não medem a energia ou o grau de envelhecimento de uma pessoa. [2]

Lactato é um resíduo tóxico que precisa ser eliminado?

O lactato faz parte do metabolismo normal e pode ser reutilizado como combustível. Sua produção não significa, por si só, falta de oxigênio, intoxicação ou dano celular. Não é correto atribuir diabetes ou perda da função do coração, dos rins e do fígado a uma única sequência de “acúmulo de ácido pelo envelhecimento”. Essas doenças têm mecanismos distintos e exigem avaliação própria. [6]

O que pode ser tratado na prática?

O cuidado começa pela identificação de condições tratáveis e pela definição de objetivos: melhorar sintomas, preservar força e autonomia e acompanhar a saúde metabólica. O plano pode incluir ajustes de hábitos, tratamento de doenças e reposição de nutrientes quando indicada.

Vitaminas, minerais e ferro são utilizados conforme necessidades identificadas. O ferro intravenoso pode ser indicado quando o ferro oral não é tolerado, não funciona adequadamente ou não será bem absorvido, inclusive em determinadas situações após cirurgia bariátrica. A via de administração é escolhida caso a caso. [7]

A reposição hormonal depende de uma indicação clínica reconhecida. Não é uma etapa obrigatória do cuidado nem um tratamento para reverter o envelhecimento. [8]

Entender o que mudou é o primeiro passo.

No GAH, sua história e a avaliação clínica orientam o cuidado. Investigamos as causas dos sintomas e discutimos tratamentos com indicação, benefícios, riscos e acompanhamento — sem prometer “desacidificar” o organismo ou recuperar todos os órgãos.

Quero entender o que estou sentindo ↗

Os números entre colchetes abrem as fontes científicas e institucionais de cada explicação.

Cena ilustrativa de exercício de força supervisionado na maturidade

SAÚDE EM FOCO / NOVO BOLETIM GAH

Entenda o corpo.
Participe do seu cuidado.

Ferro, vitaminas e proteínas. Envelhecimento, emagrecimento, hormônios e estresse. Explore seis temas com explicações acessíveis, imagens e referências.

Conhecer os seis temas ↗

CUIDADO APÓS A CIRURGIA

Sua saúde merece
cuidado em cada etapa.

Você fez cirurgia bariátrica ou cirurgia metabólica para tratar o diabetes tipo 2?

Parabéns por esse passo em busca de mais saúde e qualidade de vida! A cirurgia faz parte de uma jornada de cuidado que continua ao longo dos anos.

Depois da cirurgia, seu corpo precisa de atenção contínua e individualizada para manter uma nutrição adequada e ajudar a preservar a saúde dos ossos, a massa muscular e a força. Alimentação, ingestão de proteínas, vitaminas e minerais, suplementação prescrita e atividade física orientada fazem parte desse acompanhamento.

A GAH está ao seu lado para avaliar suas necessidades, acompanhar os exames indicados e ajustar o cuidado em conjunto com sua equipe assistente.

Pela sua saúde. Pela sua força. Pela sua vitalidade.

Quero cuidar da minha saúde após a cirurgia ↗

Saiba mais: ASMBS · Acompanhamento após cirurgia bariátrica e metabólica · Endotext · Nutrição e saúde óssea após a cirurgia.

ATENÇÃO AOS SINAIS DO CORPO

Queda de cabelo, unhas frágeis
ou pele ressecada?

Mulher com cabelos ralos e couro cabeludo visível no topo da cabeça, tocando suavemente os fios
Imagem ilustrativa gerada por IA. Pessoa fictícia; não representa uma paciente ou um diagnóstico.

Essas mudanças podem estar relacionadas à falta de nutrientes, a alterações hormonais ou a outras condições. Os sinais, sozinhos, não revelam a causa — uma avaliação individualizada ajuda a entender o que está acontecendo.

Na GAH, vamos ouvir sua história, avaliar sua alimentação, seus sintomas e os cuidados que você já realiza. Quando necessário, indicaremos exames e avaliação especializada para orientar o tratamento adequado.

Deixe-nos cuidar de você e ajudar a resgatar seu bem-estar e sua qualidade de vida.

Quero avaliar esses sinais ↗

Saiba mais: Academia Americana de Dermatologia · Investigação da queda de cabelo · Sinais na pele e saúde geral.

QUANDO O PESO VOLTA A PREOCUPAR

Se você já tentou antes,
sua história será respeitada.

Frustração com um tratamento pode tornar difícil confiar em um novo começo. Podemos rever o que aconteceu e conversar sobre as opções, no seu tempo.

Cena ilustrativa de uma mulher jovem observando uma calça diante do guarda-roupa, preocupada com a mudança de peso

DEPOIS DA CIRURGIA BARIÁTRICA

A cirurgia vinha funcionando.
Mas, nos últimos anos, o peso voltou a aumentar.

Ver o peso aumentar depois da cirurgia pode trazer frustração e receio. Esse momento merece uma reavaliação cuidadosa da sua trajetória, com acolhimento e sem culpabilização.

Quero reavaliar meu acompanhamento ↗
Cena ilustrativa de um homem idoso observando uma caneta injetável tampada, pensativo sobre seu tratamento

DURANTE O USO DA CANETA

A dose da caneta aumentou,
mas o peso continua subindo?

Quando o resultado é diferente do esperado, você merece uma explicação e apoio para rever o plano. Podemos conversar sobre sua resposta ao medicamento, as dificuldades e os próximos passos.

Não aumente a dose nem troque a medicação por conta própria.

Quero conversar sobre meu tratamento ↗

Situações ilustrativas para identificação; não descrevem o resultado de todos os tratamentos nem depoimentos reais.

CIRURGIA BARIÁTRICA E METABÓLICA

Uma decisão importante
começa com uma boa conversa.

Entender as opções, esclarecer dúvidas e planejar o acompanhamento são partes essenciais da avaliação.

Cena ilustrativa de uma paciente recebendo orientação individual sobre cirurgia metabólica

Informação para decidir

Converse sobre a indicação para o seu caso, alternativas de tratamento, benefícios esperados, riscos e cuidados antes e depois da cirurgia.

VOCÊ ESCOLHE QUEM CAMINHA COM VOCÊ

Apoio ao longo do caminho

Se você desejar, traga alguém de sua confiança. A família pode ajudar a compreender as orientações e apoiar sua rotina de cuidado.

Cenas ilustrativas criadas com IA; não representam pacientes reais ou resultados de tratamento.

Agende sua avaliação ↗

GAH · CUIDADO INTEGRAL

Do cuidado clínico
ao tratamento cirúrgico.

O GAH proporciona cuidado contínuo, desde a prevenção e o tratamento clínico até o tratamento cirúrgico, quando necessário e indicado para o seu caso.

Cuidado médico, físico e nutricional integrado em um só local. Uma visão completa da sua saúde, com um plano individualizado e acompanhamento em cada etapa.

GAH · AVALIAÇÃO, PREVENÇÃO E TRATAMENTO

Começar pela sua história.
Cuidar de você por inteiro.

01

Avaliação

Primeiro, ouvimos você: o que sente, o que já viveu e o que preocupa. A avaliação clínica e os exames, quando necessários, ajudam a orientar os próximos passos.

02

Prevenção

Atenção à alimentação, ao sono, à atividade física e aos fatores de risco, com acompanhamento nutricional e metabólico individualizado.

03

Tratamento

As opções são discutidas com você, considerando os achados da avaliação, suas preferências e sua realidade. Acompanhamos a resposta e ajustamos o plano quando necessário.

MODALIDADES DE TRATAMENTO

Cuidado clínico e cirúrgico,
conforme a sua necessidade.

A avaliação individual orienta a indicação, os benefícios esperados e os riscos de cada modalidade.

Terapias por infusão

Administração intravenosa de tratamentos prescritos, conforme indicação clínica e com acompanhamento.

Aplicações intramusculares

Tratamentos por via intramuscular quando essa forma de administração for indicada para o seu caso.

Tratamento com canetas

Acompanhamento do uso de medicamentos injetáveis aprovados para diabetes e obesidade, conforme indicação, com revisão da resposta e da tolerância.

Terapias peptídicas

Uso de medicamentos peptídicos aprovados, para suas indicações reconhecidas, após avaliação individual.

Cirurgia bariátrica e metabólica

Avaliação da indicação cirúrgica, preparo e acompanhamento após a cirurgia, incluindo a reavaliação de quem já foi operado.

Terapias vitamínicas e minerais

Reposição ou suplementação conforme deficiências, riscos e necessidades identificadas. A via de administração é escolhida individualmente.

Terapias hormonais

Avaliação das alterações hormonais e reposição quando houver indicação médica reconhecida, considerando benefícios, riscos e necessidade de acompanhamento.

Coenzimas

Avaliação criteriosa da indicação de suplementação, da qualidade da evidência e da segurança de cada produto. Cansaço isolado não confirma deficiência nem necessidade de reposição.

Terapias peptídicas

Medicamentos peptídicos aprovados para indicações específicas, como diabetes e obesidade, podem fazer parte do plano quando apropriados. Peptídeos experimentais não são apresentados como tratamento estabelecido.

As terapias são escolhidas conforme a condição clínica e a evidência disponível. Hormônios não são indicados para prevenir ou reverter o envelhecimento. O objetivo é cuidar de condições identificadas e acompanhar sua saúde.

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Cena ilustrativa de uma mulher realizando teste de glicemia capilar com uma tira e um glicosímetro

VIVER COM DIABETES

Medir a glicemia faz parte da rotina.
Como você se sente também importa.

Além dos números, conte como estão sua energia, seu sono e sua disposição. A consulta considera seu tratamento e as dificuldades do dia a dia.

Quero conversar sobre meu cuidado ↗
01 / PÓS-BARIÁTRICA

O cuidado continua
depois da cirurgia.

Acompanhamento do peso, da alimentação, da força muscular e da saúde óssea. Investigação e tratamento de anemia e deficiências nutricionais, com suplementação e ferro intravenoso quando indicados.

NutriçãoForçaSaúde óssea
02 / DIABETES

Saúde metabólica
no dia a dia.

Avaliação do controle glicêmico, do peso e dos hábitos. Orientação alimentar e revisão do tratamento, incluindo medicamentos aprovados quando apropriados, com acompanhamento da resposta.

GlicemiaPesoHábitos
03 / CONTEXTO ONCOLÓGICO

Apoio em uma fase
que exige atenção.

Cuidado de suporte para nutrição, fadiga, anemia e preservação muscular, em articulação com a equipe oncológica. Toda intervenção considera o câncer e o tratamento em curso.

Cuidado de suporteNutrição

Não substitui nem promete tratar ou curar o câncer.

04 / ESTRESSE E VITALIDADE

Entender o cansaço.
Cuidar da sua autonomia.

Investigação de fadiga, alterações do sono, perda de força e mudanças da libido. O plano pode envolver hábitos, tratamento de condições identificadas e apoio de outros profissionais.

SonoSaúde emocionalAutonomia

Reposições de vitaminas, minerais ou hormônios dependem de indicação clínica, avaliação de riscos e acompanhamento. Não são tratamentos universais para cansaço nem promessa de rejuvenescimento.

EDUCAÇÃO PARA ESCOLHAS INFORMADAS

Cuidar do amanhã.
Um passo possível hoje.

Você não precisa organizar todos os exames sozinho. Estes materiais ajudam a entender as possibilidades; na consulta, podemos definir o que é indicado para você e por onde começar.

Prevenir também é uma forma de cuidar de você.

Vários tipos de câncer podem ter seu risco reduzido com medidas de prevenção. Para alguns, os exames de rastreamento indicados podem identificar lesões precursoras ou a doença em fases iniciais, ampliando as oportunidades de tratamento.

Na GAH, vamos construir com você um plano de cuidado baseado em recomendações nacionais e internacionais, considerando sua idade, seu histórico pessoal e familiar e seus fatores de risco. Vamos orientar medidas de prevenção, acompanhar os exames indicados e seus resultados e encaminhar para avaliação especializada quando necessário.

Nosso compromisso é reduzir riscos evitáveis e favorecer o diagnóstico precoce, com atenção contínua e escolhas que façam sentido para você.

Deixe-nos cuidar de você!

Saiba mais: OMS · Prevenção e diagnóstico precoce · OMS · Benefícios e limites do rastreamento.

Os calendários abaixo se destinam ao rastreamento de pessoas sem sintomas. Idade, histórico familiar e condições de saúde podem mudar a indicação. Referências do USPSTF; as diferenças brasileiras estão identificadas nos materiais.

Cena ilustrativa de orientação ou exame para prevenção: Pressão arterial

Pressão arterial

Medir é o primeiro passo para identificar a hipertensão.

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Rastreamento a partir dos 18 anos; frequência conforme idade e risco.

18 a 39 anos, com baixo risco

Se a pressão anterior era normal, repetir a cada 3 a 5 anos pode ser adequado.

A partir dos 40 anos

Medir anualmente. Pessoas mais jovens com maior risco, como sobrepeso ou pressão limítrofe, também precisam de avaliação anual.

Se o resultado estiver elevado

Em geral, confirmar com medidas em casa ou monitorização ambulatorial antes de definir o diagnóstico e iniciar tratamento.

Já tem hipertensão?

O acompanhamento é mais frequente e depende do controle da pressão. O calendário de rastreamento não substitui o seguimento de quem já tem a doença.

Cena ilustrativa de orientação ou exame para prevenção: Risco cardiovascular

Risco cardiovascular

Colesterol, pressão, diabetes e tabagismo devem ser avaliados juntos.

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Dos 40 aos 75 anos: avaliar o risco cardiovascular e discutir a prevenção.

Avaliar o conjunto

O perfil lipídico entra na avaliação junto com idade, pressão, diabetes e tabagismo. A frequência dos exames depende do risco e do tratamento.

Quando considerar uma estatina

Pelo USPSTF: entre 40 e 75 anos, com pelo menos um fator de risco, um risco calculado de 10% ou mais favorece iniciar o medicamento.

Quando a decisão é seletiva

Com risco de 7,5% a menos de 10%, discutir benefícios e preferências. A partir dos 76 anos, faltam evidências para recomendar iniciar de rotina.

As calculadoras têm limites

Doença cardiovascular já conhecida, LDL acima de 190 mg/dL ou hipercolesterolemia familiar exigem critérios próprios. Não inicie ou suspenda medicamentos por conta própria.

Cena ilustrativa de orientação ou exame para prevenção: Diabetes e pré-diabetes

Diabetes e pré-diabetes

Uma alteração da glicose pode existir antes dos sintomas.

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Dos 35 aos 70 anos, com sobrepeso ou obesidade: conversar sobre rastreamento.

Quem deve conversar sobre o exame

O USPSTF recomenda rastrear adultos de 35 a 70 anos com sobrepeso ou obesidade. Outros fatores podem justificar começar mais cedo.

Quais exames podem ser usados

Glicemia de jejum, hemoglobina glicada (HbA1c) ou teste de tolerância à glicose, conforme a avaliação.

O que fazer com o resultado

Um resultado alterado precisa de avaliação e, quando indicado, confirmação. Pré-diabetes é uma oportunidade para organizar ações de prevenção.

O intervalo depende da situação

Três anos é uma referência para resultados normais. Quem tem pré-diabetes, diabetes, sintomas ou gestação precisa de outro plano de acompanhamento.

Cena ilustrativa de orientação ou exame para prevenção: Osteoporose

Osteoporose

Avaliar a saúde dos ossos ajuda a prevenir fraturas.

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Mulheres a partir dos 65 anos; antes disso, após a menopausa, se houver risco.

O exame principal é a DXA

A densitometria óssea mede a densidade mineral dos ossos. É indicada para mulheres a partir dos 65 anos.

Antes dos 65 anos

Após a menopausa, avaliar fatores de risco. FRAX estima risco de fratura; ORAI ajuda a selecionar para DXA. ORAI de 9 ou mais é um limiar frequente.

Quando repetir?

O intervalo depende do resultado inicial, do risco e do tratamento. A repetição não é automaticamente anual.

Situações que mudam o calendário

Fratura por fragilidade, uso de corticoides ou causas de osteoporose secundária exigem avaliação própria. Para homens, o USPSTF considera insuficiente a evidência de rastreamento universal.

Cena ilustrativa de orientação ou exame para prevenção: Aneurisma da aorta abdominal

Aneurisma da aorta abdominal

Uma avaliação direcionada para quem apresenta maior risco.

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Homens de 65 a 75 anos que já fumaram: ultrassonografia uma vez.

Quem tem indicação principal

Homens de 65 a 75 anos que fumam ou já fumaram. A ultrassonografia procura uma dilatação da aorta abdominal.

Homens que nunca fumaram

Nessa mesma faixa etária, o exame pode ser oferecido seletivamente, considerando histórico familiar e outros fatores de risco.

E para as mulheres?

Não há recomendação de rastreamento universal. Para quem já fumou ou tem histórico familiar, o USPSTF considera a evidência insuficiente.

Resultado alterado muda o plano

Se um aneurisma for identificado, o acompanhamento e os intervalos dependem de suas características e da avaliação médica. O exame único se refere ao rastreamento inicial.

Cena ilustrativa de orientação ou exame para prevenção: Câncer de mama

Câncer de mama

O calendário muda conforme a diretriz e o risco individual.

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Mamografia a cada 2 anos, na faixa etária indicada pela diretriz adotada.

Referência dos Estados Unidos

O USPSTF recomenda mamografia bienal dos 40 aos 74 anos. A partir dos 75, a evidência é insuficiente e a decisão é individual.

Recomendação brasileira

Ministério da Saúde e INCA: mamografia de rotina dos 50 aos 74 anos, a cada 2 anos.

Entre 40 e 49 anos no Brasil

O SUS permite acesso por demanda, com orientação sobre benefícios e riscos. Converse sobre seu histórico familiar e preferências.

Uma alteração merece investigação

Nódulo ou outra mudança na mama precisa de avaliação, mesmo com mamografia recente. Alto risco genético ou câncer prévio exige um plano diferente.

Cena ilustrativa de orientação ou exame para prevenção: Câncer do intestino

Câncer do intestino

Rastreamento de cólon e reto em pessoas de risco habitual.

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Dos 45 aos 75 anos: escolher e manter uma estratégia de rastreamento.

Teste nas fezes: FIT anual

O teste imunoquímico procura sangue oculto nas fezes. Se positivo, é necessário completar a investigação com colonoscopia.

Colonoscopia a cada 10 anos

Esse intervalo vale para exame normal, completo e de boa qualidade em pessoa de risco habitual. Há outras estratégias possíveis.

Depois dos 75 anos

Dos 76 aos 85, decidir conforme saúde, exames anteriores e preferências. Após os 85, o USPSTF recomenda encerrar o rastreamento.

Histórico pessoal e familiar importa

Pólipos prévios, doença inflamatória intestinal e síndromes hereditárias exigem outro calendário. Sangue nas fezes ou sintomas novos pedem investigação, independentemente da idade.

Cena ilustrativa de orientação ou exame para prevenção: Câncer do colo do útero

Câncer do colo do útero

Exames periódicos podem identificar lesões antes do câncer.

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Brasil: DNA-HPV a cada 5 anos após resultado negativo, conforme a diretriz.

Brasil: novo método de rastreamento

O DNA-HPV está sendo implantado para pessoas com colo do útero, de 25 a 64 anos, com atividade sexual prévia.

Onde se utiliza citologia

Após dois exames anuais normais, o intervalo usual é de 3 anos. Resultados alterados precisam de acompanhamento específico.

Como difere do USPSTF?

Dos 21 aos 29 anos: citologia a cada 3 anos. Dos 30 aos 65: citologia a cada 3 anos, HPV a cada 5 ou ambos a cada 5 anos.

Parar depende do histórico

O encerramento do rastreamento depende dos resultados anteriores e do risco. Imunossupressão, lesão de alto grau prévia ou câncer exigem outra conduta. Vacinação não elimina o rastreamento indicado.

Cena ilustrativa de orientação ou exame para prevenção: Câncer de pulmão

Câncer de pulmão

O rastreamento é destinado a pessoas com alto risco tabágico.

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Tomografia de baixa dose anual para quem reúne os critérios de risco.

É preciso reunir os critérios

Ter de 50 a 80 anos, pelo menos 20 maços-ano e fumar atualmente ou ter parado há menos de 15 anos.

O que significa 20 maços-ano?

Um maço por dia durante 20 anos, ou dois maços por dia durante 10 anos. Multiplique maços por dia pelos anos de consumo.

Quando interromper?

Ao completar 15 anos sem fumar ou quando a saúde limitar muito a expectativa de vida ou a possibilidade de tratamento cirúrgico curativo.

O exame correto faz diferença

O rastreamento utiliza tomografia de baixa dose, não radiografia de tórax. Deve incluir conversa sobre benefícios, riscos e apoio para parar de fumar.

Cena ilustrativa de orientação ou exame para prevenção: Câncer de próstata

Câncer de próstata

O PSA exige uma decisão informada, não um pedido automático.

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Ler orientações e referências

Dos 55 aos 69 anos: decisão compartilhada sobre o PSA.

O que o exame pode oferecer

Em alguns homens, rastrear pode reduzir o risco de morrer por câncer de próstata. O benefício médio é pequeno.

Quais riscos entram na conversa?

Resultados falsamente alterados, biópsias e identificação de tumores que não causariam problemas. O tratamento também pode ter efeitos adversos.

A partir dos 70 anos

O USPSTF recomenda não realizar rastreamento rotineiro com PSA. Essa orientação não se aplica à investigação de sintomas ou ao seguimento de câncer conhecido.

Sua história ajuda a decidir

Leve informações sobre câncer de próstata na família, exames anteriores e seus objetivos de saúde. Se optar por rastrear, combine a periodicidade com o médico.

Fotografias ilustrativas criadas com IA, com pessoas fictícias. Materiais revisados em 12/10/2026, com referências disponíveis para consulta.

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Podemos pensar no próximo passo juntos.
Um plano de prevenção pode começar por uma conversa sobre sua história, suas dúvidas e o que é possível na sua rotina.

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Cena ilustrativa de escuta durante uma conversa entre paciente e profissional de saúde

CIÊNCIA TRANSLACIONAL · INTELIGÊNCIA CLÍNICA

O que faria diferença
nos seus dias?

Dormir com mais conforto. Sentir-se ouvido. Participar de uma conversa ou de um momento em família. Seus objetivos podem ser simples e podem mudar ao longo do tempo. Vamos conhecê-los sem exigir que você tenha um plano pronto.

No GAH, começamos pela sua história e pela avaliação clínica. A proposta de continuidade pelo PROPRIS é acompanhar essa trajetória, respeitando suas necessidades em cada etapa.

Retrato do Dr. Carlos Augusto S. Madalosso

COORDENAÇÃO DO GAH

Dr. Carlos Augusto S. Madalosso, PhD

CRM-RS 17670

Mais de 30 anos de dedicação.
Uma história a serviço da sua.

Médico, cirurgião e pesquisador, o Dr. Carlos Augusto S. Madalosso, PhD, dedica sua trajetória ao cuidado metabólico e nutricional. Sua atuação inclui a participação na formação de clínicos e cirurgiões em diferentes regiões do Brasil e do mundo.

Essa experiência inspira o GAH: trazer a ciência translacional para o cuidado da nossa população. Isso significa aproximar o conhecimento científico da prática clínica, avaliando o que pode beneficiar cada pessoa, com indicação criteriosa e acompanhamento.

Você merece compreender sua saúde e participar das decisões sobre ela. Prevenção, educação e tratamento individualizado ajudam a construir um cuidado com propósito, alinhado à sua história e aos seus objetivos.

Mesmo que hoje seja difícil sentir confiança no futuro, você pode começar contando como está. Vamos conversar sobre possibilidades de cuidado com respeito à sua história e às suas escolhas.

  • Diretor da Clínica Gastrobese
  • Coordenador do GAH
  • Membro IBC — Oxford, Inglaterra
  • Fundador e vice-presidente do Bariatric Channel
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COMO COMEÇAR

Você pode começar
com uma conversa.

Não é preciso saber explicar tudo nem decidir por um tratamento agora. Nossa equipe pode ouvir suas dúvidas, explicar como funciona a consulta e informar os valores e as etapas do atendimento.

  1. 01

    Fale com a equipe

    Entre em contato pelo WhatsApp para conhecer o atendimento e receber as orientações.

  2. 02

    Agende sua consulta

    Converse com a equipe para escolher o melhor horário e receber as orientações para iniciar seu atendimento.

  3. 03

    Liberação do formulário

    Após o contato e as orientações da equipe, você recebe acesso reservado ao formulário que marca o início da consulta.

  4. 04

    Avaliação e continuidade

    Suas respostas ajudam a organizar a avaliação e o plano individual de cuidado, com proposta de continuidade pelo PROPRIS.

Formulário com acesso reservado
O formulário faz parte do início da consulta. Não está disponível para preenchimento ou download nesta página. A liberação é feita pela equipe, conforme as orientações do seu atendimento.

ESTAMOS AQUI PARA AJUDAR

Há espaço para você.
E para o que você está sentindo.

Você não precisa chegar com esperança renovada, disposição ou respostas prontas. Pode chegar como está. Estamos aqui para ouvir e conversar sobre os próximos passos possíveis para o seu cuidado.

Agende sua consulta ↗(54) 99993-3227O contato abre o WhatsApp. A equipe orienta o agendamento e as etapas da consulta.

PARA CHEGAR COM MAIS CLAREZA

Dúvidas frequentes

Já tentei outros tratamentos e estou sem esperança. Posso conversar com a equipe?

Sim. Você não precisa chegar confiante nem justificar as dificuldades que viveu. Podemos ouvir sua experiência, rever os tratamentos anteriores e discutir as possibilidades e os limites do cuidado, respeitando suas escolhas.

E se meu sofrimento também for emocional?

Há espaço para falar sobre tristeza, medo, desânimo e sobrecarga. A avaliação considera a saúde física e emocional e, quando necessário, inclui orientação para acompanhamento com profissionais de saúde mental.

Não sei explicar direito o que sinto. Posso procurar a equipe?

Sim. Você pode começar dizendo o que mudou: o sono, a energia, a força, o humor ou alguma atividade que ficou mais difícil. Não é preciso chegar com um diagnóstico pronto.

Esses sintomas significam que tenho uma doença?

Não necessariamente. Eles são inespecíficos e podem ter mais de uma causa. A consulta considera a duração, a intensidade e o impacto na sua rotina para orientar a investigação.

Como recebo o formulário da consulta?

Entre em contato pelo WhatsApp e agende sua consulta. A equipe orienta as etapas e libera o acesso reservado ao formulário, que faz parte do início do atendimento.

O atendimento substitui meu oncologista ou outros médicos?

O cuidado deve ser coordenado com os profissionais que já acompanham você. No contexto oncológico, as condutas de suporte precisam considerar o diagnóstico e o tratamento em curso.

Vou precisar de reposições ou infusões?

Isso não é definido pelos sintomas isoladamente. A indicação depende da avaliação clínica, de exames quando necessários e da análise dos benefícios e riscos. Nem todas as pessoas precisam desses tratamentos.

Quando procurar atendimento imediato?

Fraqueza súbita, alteração da fala, dor no peito ou falta de ar importante exigem atendimento imediato. Procure uma emergência ou ligue 192. Esta página e o WhatsApp não são canais de emergência.