Qualificação profissional
Coordenação do Dr. Carlos Augusto S. Madalosso, PhD: médico, cirurgião e pesquisador, dedicado ao cuidado metabólico e nutricional há mais de 30 anos.
Conheça o coordenador ↓SUA HISTÓRIA IMPORTA. ESTAMOS AQUI PARA OUVIR.
Quando o cansaço, as mudanças no corpo ou as tentativas anteriores tornam difícil imaginar dias melhores, procurar ajuda pode parecer mais um esforço. Aqui, você pode começar contando como está. Vamos ouvir sua história e construir, juntos, os próximos passos do cuidado.
Quero conversar com a equipe ↗Conheça as possibilidades de cuidado ↓O que está acontecendo comigo? ↓
Seu tempo. Sua história.
Um cuidado construído com você.

GAH · POWERED BY PROPRIS
Cada fase da vida merece cuidado. Seja qual for a sua história até aqui, podemos conversar sobre o que faz sentido para você agora.
Agende sua consulta ↗EXPERIÊNCIA E CONHECIMENTO A SERVIÇO DE VOCÊ
Ter profissionais preparados ao seu lado pode ajudar a compreender as opções com mais clareza. No GAH, a experiência internacional e a ciência se aproximam da sua realidade, com cuidado médico, físico e nutricional integrado e respeito ao seu momento de vida.
Coordenação do Dr. Carlos Augusto S. Madalosso, PhD: médico, cirurgião e pesquisador, dedicado ao cuidado metabólico e nutricional há mais de 30 anos.
Conheça o coordenador ↓Você merece explicações que façam sentido. Compartilhamos o que a ciência conhece, os benefícios possíveis e os limites de cada opção, com referências e datas de revisão.
A tecnologia entra no cuidado quando pode ajudar a responder às suas necessidades. Explicamos a finalidade dos exames e dos recursos clínicos ou cirúrgicos antes de decidir com você.
Nosso compromisso é escutar com atenção, acolher suas dúvidas e explicar as opções com clareza. Seus receios, suas dificuldades e seus objetivos têm espaço na consulta.
HÁ LUGAR PARA O QUE VOCÊ ESTÁ SENTINDO
Talvez acordar, trabalhar ou estar com quem você ama esteja exigindo mais energia do que antes. Talvez você já tenha tentado melhorar e hoje se sinta frustrado ou sem saber por onde recomeçar.
O que você sente merece atenção, mesmo que seja difícil colocar em palavras. Na consulta, há espaço para falar das dificuldades e procurar caminhos possíveis, sem julgamentos.

O despertador toca. Você já está cansado e tenta reunir energia para mais um dia.

Com tantas demandas, pode ficar difícil encontrar tempo para comer, beber água ou fazer uma pausa. Podemos conversar sobre o que cabe na sua realidade.

A vontade de participar está ali. O cansaço e a dificuldade para se movimentar acabam encurtando a brincadeira.

Você quer sentar no chão, levantar e participar das brincadeiras. A fraqueza limita momentos que trazem tanta alegria — e merece ser ouvida na consulta.
Situações ilustrativas para reflexão; não são depoimentos de pacientes.
Estar perto de quem você ama também faz parte do cuidado.
O cansaço pode mudar a forma de participar dos encontros e das brincadeiras. Você pode nos contar o que sente falta de fazer, sem precisar acompanhar o ritmo de outras pessoas.

SEU RITMO TAMBÉM MERECE RESPEITO
Nem sempre a disposição acompanha a vontade de aproveitar uma viagem ou um encontro. Enquanto outras pessoas celebram, você pode sentir que precisa parar e descansar.
Você não precisa esconder esse desconforto nem se comparar. Conte como tem se sentido e quais momentos gostaria de viver com mais conforto.
Quero conversar sobre como me sinto ↗ESCUTAR É O PRIMEIRO PASSO
Talvez você reconheça algumas destas situações. Elas ajudam a começar uma conversa e não definem quem você é nem, sozinhas, o que está acontecendo com sua saúde.

Um desconforto que acompanha o dia.
Dor persistente merece uma avaliação de sua localização, duração e relação com esforço, sono e medicamentos.

O que era simples passou a exigir mais.
Lentidão para caminhar ou realizar tarefas pode estar relacionada à dor, à perda de força ou a outras condições. Vale investigar.

O músculo tensiona, contrai e incomoda.
A frequência, a atividade física, a hidratação e os medicamentos ajudam a orientar a avaliação. Cãibras não confirmam falta de um mineral.

Levantar da cadeira ou carregar uma sacola passou a exigir mais esforço.
Fraqueza recorrente e dificuldade para subir escadas ou levantar de uma cadeira merecem atenção à força e à função muscular.

Mudanças no desejo podem trazer dúvidas e sentimentos difíceis.
Desejo sexual pode mudar com o sono, o humor, os medicamentos, os relacionamentos e condições hormonais. A avaliação deve considerar esse conjunto.

Nomes, recados e pequenos esquecimentos.
Importa observar quando começaram e o impacto na rotina. Sono, humor, medicamentos e outras condições podem interferir na memória.

Concentrar-se parece exigir mais energia.
Perder o foco ou demorar para organizar ideias merece escuta. A consulta ajuda a diferenciar sobrecarga de causas que precisam de tratamento.

O sono chega, mas não permanece.
Despertares repetidos podem comprometer o descanso. Ronco, pausas respiratórias, dor e hábitos de sono são informações importantes na consulta.

O dia inteiro cansado, mesmo após descansar.
Fadiga persistente não deve ser tratada apenas como falta de disposição. É preciso avaliar sono, alimentação, saúde emocional e condições clínicas.

Um som que incomoda mesmo no silêncio.
Pode ter causas auditivas e outras origens. Não é um marcador específico de estresse ou envelhecimento e pode exigir avaliação própria.

Um desconforto que interrompe o dia.
Alergias e problemas da superfície ocular estão entre as possibilidades. Esse sintoma não comprova desgaste mental.

Você olha para a balança e se preocupa com o que mudou.
Sono, alimentação, atividade física, medicamentos e condições metabólicas entram na avaliação. O cuidado começa sem julgamentos.

Fraqueza, cansaço e a sensação de ter envelhecido antes da hora.
Essa percepção merece atenção, mas não comprova envelhecimento acelerado. Investigamos o que mudou na energia, na força, no sono e na saúde.

Até começar uma tarefa fica difícil.
Falta de iniciativa pode acompanhar cansaço e mudanças do humor. Reconhecer a dificuldade é um primeiro passo para buscar cuidado.

O que antes dava prazer já não desperta interesse.
Anedonia é a redução do interesse ou do prazer. Quando persiste, merece avaliação de saúde mental, sobretudo se compromete a vida diária.

Às vezes, estar com outras pessoas exige mais energia do que você sente ter.
Evitar encontros e relações pode acompanhar sofrimento emocional. Acolhimento e apoio fazem parte do cuidado, junto da investigação clínica.
Você não precisa descobrir a causa sozinho. Na consulta, podemos ouvir sua história e avaliar quais próximos passos fazem sentido para você.
Quero entender o que estou sentindo ↗CIÊNCIA TRANSLACIONAL APLICADA
Quando a energia diminui, a pergunta é compreensível. Entender como o corpo funciona ajuda — e a avaliação individual mostra o que precisa de cuidado.
O envelhecimento envolve mudanças em diferentes sistemas do organismo. Essas mudanças variam entre as pessoas: a idade, sozinha, não explica como você se sente nem determina sua autonomia. [1]
Cansaço persistente, perda de força e dificuldade para acompanhar a rotina merecem investigação. Na consulta, consideramos sono, alimentação, atividade física, medicamentos, saúde emocional e condições clínicas.
ATP é uma molécula que fornece energia para muitas tarefas celulares. As mitocôndrias participam de grande parte de sua produção, utilizando nutrientes e oxigênio. A produção de energia também começa fora delas, no citoplasma. [2]
A mitofagia remove e recicla mitocôndrias danificadas. Alterações nesse controle de qualidade podem contribuir para problemas celulares e estão associadas ao envelhecimento e a algumas doenças. [3]
O funcionamento das mitocôndrias é um dos mecanismos estudados no envelhecimento. Alterações no DNA, senescência celular e inflamação também fazem parte desse processo complexo. Um sintoma isolado não identifica qual mecanismo está envolvido. [4]
No Brasil, a expectativa de vida ao nascer era de 45,5 anos em 1940. Essa média refletia a mortalidade da população, inclusive de crianças; não era um limite biológico de vida. Pessoas que chegavam à idade adulta podiam viver muito além dos 50. [5]
Também não existe uma idade única, como 35 anos, em que todas as pessoas começam a apresentar perda de função. As trajetórias de envelhecimento são diferentes. [1]
A primeira etapa, chamada glicólise, acontece no citoplasma: a glicose é transformada em piruvato, com saldo de 2 moléculas de ATP. O piruvato pode seguir para as mitocôndrias, onde sua oxidação, integrada a processos que dependem de oxigênio, permite produzir muito mais ATP. O rendimento varia conforme as condições celulares. Esses números não medem a energia ou o grau de envelhecimento de uma pessoa. [2]
O lactato faz parte do metabolismo normal e pode ser reutilizado como combustível. Sua produção não significa, por si só, falta de oxigênio, intoxicação ou dano celular. Não é correto atribuir diabetes ou perda da função do coração, dos rins e do fígado a uma única sequência de “acúmulo de ácido pelo envelhecimento”. Essas doenças têm mecanismos distintos e exigem avaliação própria. [6]
O cuidado começa pela identificação de condições tratáveis e pela definição de objetivos: melhorar sintomas, preservar força e autonomia e acompanhar a saúde metabólica. O plano pode incluir ajustes de hábitos, tratamento de doenças e reposição de nutrientes quando indicada.
Vitaminas, minerais e ferro são utilizados conforme necessidades identificadas. O ferro intravenoso pode ser indicado quando o ferro oral não é tolerado, não funciona adequadamente ou não será bem absorvido, inclusive em determinadas situações após cirurgia bariátrica. A via de administração é escolhida caso a caso. [7]
A reposição hormonal depende de uma indicação clínica reconhecida. Não é uma etapa obrigatória do cuidado nem um tratamento para reverter o envelhecimento. [8]
No GAH, sua história e a avaliação clínica orientam o cuidado. Investigamos as causas dos sintomas e discutimos tratamentos com indicação, benefícios, riscos e acompanhamento — sem prometer “desacidificar” o organismo ou recuperar todos os órgãos.
Quero entender o que estou sentindo ↗Os números entre colchetes abrem as fontes científicas e institucionais de cada explicação.

SAÚDE EM FOCO / NOVO BOLETIM GAH
Ferro, vitaminas e proteínas. Envelhecimento, emagrecimento, hormônios e estresse. Explore seis temas com explicações acessíveis, imagens e referências.
Conhecer os seis temas ↗CUIDADO APÓS A CIRURGIA
Parabéns por esse passo em busca de mais saúde e qualidade de vida! A cirurgia faz parte de uma jornada de cuidado que continua ao longo dos anos.
Depois da cirurgia, seu corpo precisa de atenção contínua e individualizada para manter uma nutrição adequada e ajudar a preservar a saúde dos ossos, a massa muscular e a força. Alimentação, ingestão de proteínas, vitaminas e minerais, suplementação prescrita e atividade física orientada fazem parte desse acompanhamento.
A GAH está ao seu lado para avaliar suas necessidades, acompanhar os exames indicados e ajustar o cuidado em conjunto com sua equipe assistente.
Pela sua saúde. Pela sua força. Pela sua vitalidade.
Quero cuidar da minha saúde após a cirurgia ↗Saiba mais: ASMBS · Acompanhamento após cirurgia bariátrica e metabólica · Endotext · Nutrição e saúde óssea após a cirurgia.
ATENÇÃO AOS SINAIS DO CORPO

Essas mudanças podem estar relacionadas à falta de nutrientes, a alterações hormonais ou a outras condições. Os sinais, sozinhos, não revelam a causa — uma avaliação individualizada ajuda a entender o que está acontecendo.
Na GAH, vamos ouvir sua história, avaliar sua alimentação, seus sintomas e os cuidados que você já realiza. Quando necessário, indicaremos exames e avaliação especializada para orientar o tratamento adequado.
Deixe-nos cuidar de você e ajudar a resgatar seu bem-estar e sua qualidade de vida.
Quero avaliar esses sinais ↗Saiba mais: Academia Americana de Dermatologia · Investigação da queda de cabelo · Sinais na pele e saúde geral.
QUANDO O PESO VOLTA A PREOCUPAR
Frustração com um tratamento pode tornar difícil confiar em um novo começo. Podemos rever o que aconteceu e conversar sobre as opções, no seu tempo.

DEPOIS DA CIRURGIA BARIÁTRICA
Ver o peso aumentar depois da cirurgia pode trazer frustração e receio. Esse momento merece uma reavaliação cuidadosa da sua trajetória, com acolhimento e sem culpabilização.
Quero reavaliar meu acompanhamento ↗
DURANTE O USO DA CANETA
Quando o resultado é diferente do esperado, você merece uma explicação e apoio para rever o plano. Podemos conversar sobre sua resposta ao medicamento, as dificuldades e os próximos passos.
Não aumente a dose nem troque a medicação por conta própria.
Quero conversar sobre meu tratamento ↗Situações ilustrativas para identificação; não descrevem o resultado de todos os tratamentos nem depoimentos reais.
GAH · CUIDADO INTEGRAL
O GAH proporciona cuidado contínuo, desde a prevenção e o tratamento clínico até o tratamento cirúrgico, quando necessário e indicado para o seu caso.
Cuidado médico, físico e nutricional integrado em um só local. Uma visão completa da sua saúde, com um plano individualizado e acompanhamento em cada etapa.
GAH · AVALIAÇÃO, PREVENÇÃO E TRATAMENTO
Primeiro, ouvimos você: o que sente, o que já viveu e o que preocupa. A avaliação clínica e os exames, quando necessários, ajudam a orientar os próximos passos.
Atenção à alimentação, ao sono, à atividade física e aos fatores de risco, com acompanhamento nutricional e metabólico individualizado.
As opções são discutidas com você, considerando os achados da avaliação, suas preferências e sua realidade. Acompanhamos a resposta e ajustamos o plano quando necessário.
MODALIDADES DE TRATAMENTO
A avaliação individual orienta a indicação, os benefícios esperados e os riscos de cada modalidade.
Administração intravenosa de tratamentos prescritos, conforme indicação clínica e com acompanhamento.
Tratamentos por via intramuscular quando essa forma de administração for indicada para o seu caso.
Acompanhamento do uso de medicamentos injetáveis aprovados para diabetes e obesidade, conforme indicação, com revisão da resposta e da tolerância.
Uso de medicamentos peptídicos aprovados, para suas indicações reconhecidas, após avaliação individual.
Avaliação da indicação cirúrgica, preparo e acompanhamento após a cirurgia, incluindo a reavaliação de quem já foi operado.
Reposição ou suplementação conforme deficiências, riscos e necessidades identificadas. A via de administração é escolhida individualmente.
Avaliação das alterações hormonais e reposição quando houver indicação médica reconhecida, considerando benefícios, riscos e necessidade de acompanhamento.
Avaliação criteriosa da indicação de suplementação, da qualidade da evidência e da segurança de cada produto. Cansaço isolado não confirma deficiência nem necessidade de reposição.
Medicamentos peptídicos aprovados para indicações específicas, como diabetes e obesidade, podem fazer parte do plano quando apropriados. Peptídeos experimentais não são apresentados como tratamento estabelecido.
As terapias são escolhidas conforme a condição clínica e a evidência disponível. Hormônios não são indicados para prevenir ou reverter o envelhecimento. O objetivo é cuidar de condições identificadas e acompanhar sua saúde.
Agende sua consulta e conheça seu plano de cuidado ↗
VIVER COM DIABETES
Além dos números, conte como estão sua energia, seu sono e sua disposição. A consulta considera seu tratamento e as dificuldades do dia a dia.
Quero conversar sobre meu cuidado ↗Acompanhamento do peso, da alimentação, da força muscular e da saúde óssea. Investigação e tratamento de anemia e deficiências nutricionais, com suplementação e ferro intravenoso quando indicados.
Avaliação do controle glicêmico, do peso e dos hábitos. Orientação alimentar e revisão do tratamento, incluindo medicamentos aprovados quando apropriados, com acompanhamento da resposta.
Cuidado de suporte para nutrição, fadiga, anemia e preservação muscular, em articulação com a equipe oncológica. Toda intervenção considera o câncer e o tratamento em curso.
Não substitui nem promete tratar ou curar o câncer.
Investigação de fadiga, alterações do sono, perda de força e mudanças da libido. O plano pode envolver hábitos, tratamento de condições identificadas e apoio de outros profissionais.
Reposições de vitaminas, minerais ou hormônios dependem de indicação clínica, avaliação de riscos e acompanhamento. Não são tratamentos universais para cansaço nem promessa de rejuvenescimento.
EDUCAÇÃO PARA ESCOLHAS INFORMADAS
Você não precisa organizar todos os exames sozinho. Estes materiais ajudam a entender as possibilidades; na consulta, podemos definir o que é indicado para você e por onde começar.
Vários tipos de câncer podem ter seu risco reduzido com medidas de prevenção. Para alguns, os exames de rastreamento indicados podem identificar lesões precursoras ou a doença em fases iniciais, ampliando as oportunidades de tratamento.
Na GAH, vamos construir com você um plano de cuidado baseado em recomendações nacionais e internacionais, considerando sua idade, seu histórico pessoal e familiar e seus fatores de risco. Vamos orientar medidas de prevenção, acompanhar os exames indicados e seus resultados e encaminhar para avaliação especializada quando necessário.
Nosso compromisso é reduzir riscos evitáveis e favorecer o diagnóstico precoce, com atenção contínua e escolhas que façam sentido para você.
Deixe-nos cuidar de você!
Saiba mais: OMS · Prevenção e diagnóstico precoce · OMS · Benefícios e limites do rastreamento.
Os calendários abaixo se destinam ao rastreamento de pessoas sem sintomas. Idade, histórico familiar e condições de saúde podem mudar a indicação. Referências do USPSTF; as diferenças brasileiras estão identificadas nos materiais.

Medir é o primeiro passo para identificar a hipertensão.
Baixar PDFRastreamento a partir dos 18 anos; frequência conforme idade e risco.
Se a pressão anterior era normal, repetir a cada 3 a 5 anos pode ser adequado.
Medir anualmente. Pessoas mais jovens com maior risco, como sobrepeso ou pressão limítrofe, também precisam de avaliação anual.
Em geral, confirmar com medidas em casa ou monitorização ambulatorial antes de definir o diagnóstico e iniciar tratamento.
O acompanhamento é mais frequente e depende do controle da pressão. O calendário de rastreamento não substitui o seguimento de quem já tem a doença.

Colesterol, pressão, diabetes e tabagismo devem ser avaliados juntos.
Baixar PDFDos 40 aos 75 anos: avaliar o risco cardiovascular e discutir a prevenção.
O perfil lipídico entra na avaliação junto com idade, pressão, diabetes e tabagismo. A frequência dos exames depende do risco e do tratamento.
Pelo USPSTF: entre 40 e 75 anos, com pelo menos um fator de risco, um risco calculado de 10% ou mais favorece iniciar o medicamento.
Com risco de 7,5% a menos de 10%, discutir benefícios e preferências. A partir dos 76 anos, faltam evidências para recomendar iniciar de rotina.
Doença cardiovascular já conhecida, LDL acima de 190 mg/dL ou hipercolesterolemia familiar exigem critérios próprios. Não inicie ou suspenda medicamentos por conta própria.

Uma alteração da glicose pode existir antes dos sintomas.
Baixar PDFDos 35 aos 70 anos, com sobrepeso ou obesidade: conversar sobre rastreamento.
O USPSTF recomenda rastrear adultos de 35 a 70 anos com sobrepeso ou obesidade. Outros fatores podem justificar começar mais cedo.
Glicemia de jejum, hemoglobina glicada (HbA1c) ou teste de tolerância à glicose, conforme a avaliação.
Um resultado alterado precisa de avaliação e, quando indicado, confirmação. Pré-diabetes é uma oportunidade para organizar ações de prevenção.
Três anos é uma referência para resultados normais. Quem tem pré-diabetes, diabetes, sintomas ou gestação precisa de outro plano de acompanhamento.

Avaliar a saúde dos ossos ajuda a prevenir fraturas.
Baixar PDFMulheres a partir dos 65 anos; antes disso, após a menopausa, se houver risco.
A densitometria óssea mede a densidade mineral dos ossos. É indicada para mulheres a partir dos 65 anos.
Após a menopausa, avaliar fatores de risco. FRAX estima risco de fratura; ORAI ajuda a selecionar para DXA. ORAI de 9 ou mais é um limiar frequente.
O intervalo depende do resultado inicial, do risco e do tratamento. A repetição não é automaticamente anual.
Fratura por fragilidade, uso de corticoides ou causas de osteoporose secundária exigem avaliação própria. Para homens, o USPSTF considera insuficiente a evidência de rastreamento universal.

Uma avaliação direcionada para quem apresenta maior risco.
Baixar PDFHomens de 65 a 75 anos que já fumaram: ultrassonografia uma vez.
Homens de 65 a 75 anos que fumam ou já fumaram. A ultrassonografia procura uma dilatação da aorta abdominal.
Nessa mesma faixa etária, o exame pode ser oferecido seletivamente, considerando histórico familiar e outros fatores de risco.
Não há recomendação de rastreamento universal. Para quem já fumou ou tem histórico familiar, o USPSTF considera a evidência insuficiente.
Se um aneurisma for identificado, o acompanhamento e os intervalos dependem de suas características e da avaliação médica. O exame único se refere ao rastreamento inicial.

O calendário muda conforme a diretriz e o risco individual.
Baixar PDFMamografia a cada 2 anos, na faixa etária indicada pela diretriz adotada.
O USPSTF recomenda mamografia bienal dos 40 aos 74 anos. A partir dos 75, a evidência é insuficiente e a decisão é individual.
Ministério da Saúde e INCA: mamografia de rotina dos 50 aos 74 anos, a cada 2 anos.
O SUS permite acesso por demanda, com orientação sobre benefícios e riscos. Converse sobre seu histórico familiar e preferências.
Nódulo ou outra mudança na mama precisa de avaliação, mesmo com mamografia recente. Alto risco genético ou câncer prévio exige um plano diferente.

Rastreamento de cólon e reto em pessoas de risco habitual.
Baixar PDFDos 45 aos 75 anos: escolher e manter uma estratégia de rastreamento.
O teste imunoquímico procura sangue oculto nas fezes. Se positivo, é necessário completar a investigação com colonoscopia.
Esse intervalo vale para exame normal, completo e de boa qualidade em pessoa de risco habitual. Há outras estratégias possíveis.
Dos 76 aos 85, decidir conforme saúde, exames anteriores e preferências. Após os 85, o USPSTF recomenda encerrar o rastreamento.
Pólipos prévios, doença inflamatória intestinal e síndromes hereditárias exigem outro calendário. Sangue nas fezes ou sintomas novos pedem investigação, independentemente da idade.

Exames periódicos podem identificar lesões antes do câncer.
Baixar PDFBrasil: DNA-HPV a cada 5 anos após resultado negativo, conforme a diretriz.
O DNA-HPV está sendo implantado para pessoas com colo do útero, de 25 a 64 anos, com atividade sexual prévia.
Após dois exames anuais normais, o intervalo usual é de 3 anos. Resultados alterados precisam de acompanhamento específico.
Dos 21 aos 29 anos: citologia a cada 3 anos. Dos 30 aos 65: citologia a cada 3 anos, HPV a cada 5 ou ambos a cada 5 anos.
O encerramento do rastreamento depende dos resultados anteriores e do risco. Imunossupressão, lesão de alto grau prévia ou câncer exigem outra conduta. Vacinação não elimina o rastreamento indicado.

O rastreamento é destinado a pessoas com alto risco tabágico.
Baixar PDFTomografia de baixa dose anual para quem reúne os critérios de risco.
Ter de 50 a 80 anos, pelo menos 20 maços-ano e fumar atualmente ou ter parado há menos de 15 anos.
Um maço por dia durante 20 anos, ou dois maços por dia durante 10 anos. Multiplique maços por dia pelos anos de consumo.
Ao completar 15 anos sem fumar ou quando a saúde limitar muito a expectativa de vida ou a possibilidade de tratamento cirúrgico curativo.
O rastreamento utiliza tomografia de baixa dose, não radiografia de tórax. Deve incluir conversa sobre benefícios, riscos e apoio para parar de fumar.

O PSA exige uma decisão informada, não um pedido automático.
Baixar PDFDos 55 aos 69 anos: decisão compartilhada sobre o PSA.
Em alguns homens, rastrear pode reduzir o risco de morrer por câncer de próstata. O benefício médio é pequeno.
Resultados falsamente alterados, biópsias e identificação de tumores que não causariam problemas. O tratamento também pode ter efeitos adversos.
O USPSTF recomenda não realizar rastreamento rotineiro com PSA. Essa orientação não se aplica à investigação de sintomas ou ao seguimento de câncer conhecido.
Leve informações sobre câncer de próstata na família, exames anteriores e seus objetivos de saúde. Se optar por rastrear, combine a periodicidade com o médico.
Fotografias ilustrativas criadas com IA, com pessoas fictícias. Materiais revisados em 12/10/2026, com referências disponíveis para consulta.
Baixar todos os 10 PDFs ↓Podemos pensar no próximo passo juntos.
Um plano de prevenção pode começar por uma conversa sobre sua história, suas dúvidas e o que é possível na sua rotina.

CIÊNCIA TRANSLACIONAL · INTELIGÊNCIA CLÍNICA
Dormir com mais conforto. Sentir-se ouvido. Participar de uma conversa ou de um momento em família. Seus objetivos podem ser simples e podem mudar ao longo do tempo. Vamos conhecê-los sem exigir que você tenha um plano pronto.
No GAH, começamos pela sua história e pela avaliação clínica. A proposta de continuidade pelo PROPRIS é acompanhar essa trajetória, respeitando suas necessidades em cada etapa.

COORDENAÇÃO DO GAH
CRM-RS 17670
Médico, cirurgião e pesquisador, o Dr. Carlos Augusto S. Madalosso, PhD, dedica sua trajetória ao cuidado metabólico e nutricional. Sua atuação inclui a participação na formação de clínicos e cirurgiões em diferentes regiões do Brasil e do mundo.
Essa experiência inspira o GAH: trazer a ciência translacional para o cuidado da nossa população. Isso significa aproximar o conhecimento científico da prática clínica, avaliando o que pode beneficiar cada pessoa, com indicação criteriosa e acompanhamento.
Você merece compreender sua saúde e participar das decisões sobre ela. Prevenção, educação e tratamento individualizado ajudam a construir um cuidado com propósito, alinhado à sua história e aos seus objetivos.
Mesmo que hoje seja difícil sentir confiança no futuro, você pode começar contando como está. Vamos conversar sobre possibilidades de cuidado com respeito à sua história e às suas escolhas.
COMO COMEÇAR
Não é preciso saber explicar tudo nem decidir por um tratamento agora. Nossa equipe pode ouvir suas dúvidas, explicar como funciona a consulta e informar os valores e as etapas do atendimento.
Entre em contato pelo WhatsApp para conhecer o atendimento e receber as orientações.
Converse com a equipe para escolher o melhor horário e receber as orientações para iniciar seu atendimento.
Após o contato e as orientações da equipe, você recebe acesso reservado ao formulário que marca o início da consulta.
Suas respostas ajudam a organizar a avaliação e o plano individual de cuidado, com proposta de continuidade pelo PROPRIS.
Formulário com acesso reservado
O formulário faz parte do início da consulta. Não está disponível para preenchimento ou download nesta página. A liberação é feita pela equipe, conforme as orientações do seu atendimento.
ESTAMOS AQUI PARA AJUDAR
Você não precisa chegar com esperança renovada, disposição ou respostas prontas. Pode chegar como está. Estamos aqui para ouvir e conversar sobre os próximos passos possíveis para o seu cuidado.
Agende sua consulta ↗(54) 99993-3227O contato abre o WhatsApp. A equipe orienta o agendamento e as etapas da consulta.PARA CHEGAR COM MAIS CLAREZA
Sim. Você não precisa chegar confiante nem justificar as dificuldades que viveu. Podemos ouvir sua experiência, rever os tratamentos anteriores e discutir as possibilidades e os limites do cuidado, respeitando suas escolhas.
Há espaço para falar sobre tristeza, medo, desânimo e sobrecarga. A avaliação considera a saúde física e emocional e, quando necessário, inclui orientação para acompanhamento com profissionais de saúde mental.
Sim. Você pode começar dizendo o que mudou: o sono, a energia, a força, o humor ou alguma atividade que ficou mais difícil. Não é preciso chegar com um diagnóstico pronto.
Não necessariamente. Eles são inespecíficos e podem ter mais de uma causa. A consulta considera a duração, a intensidade e o impacto na sua rotina para orientar a investigação.
Entre em contato pelo WhatsApp e agende sua consulta. A equipe orienta as etapas e libera o acesso reservado ao formulário, que faz parte do início do atendimento.
O cuidado deve ser coordenado com os profissionais que já acompanham você. No contexto oncológico, as condutas de suporte precisam considerar o diagnóstico e o tratamento em curso.
Isso não é definido pelos sintomas isoladamente. A indicação depende da avaliação clínica, de exames quando necessários e da análise dos benefícios e riscos. Nem todas as pessoas precisam desses tratamentos.
Fraqueza súbita, alteração da fala, dor no peito ou falta de ar importante exigem atendimento imediato. Procure uma emergência ou ligue 192. Esta página e o WhatsApp não são canais de emergência.